A Pessoa de sentimentos nobres deixa ver algo em seu caráter. A qualidade de sua palavra, que é chamada palavra de honra. Para essa pessoa, sua palavra é ela mesma e pode chegar a tal ponto que que até a própria vida será sacrificada por essa palavra. Quem atingiu esse grau está perto de Deus, pois está escrito e primeiro veio o verbo. Deus está em nossas palavras, a sua alma está em suas palavras.
O homem é seu pensamento, seu sentimento. O homem é sua palavra e a expressão de sua alma.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
" Certamente vou morrer. Não existe nenhum meio de impedir que meu corpo se degenere. Dia a dia, instante a instante, minha vida está se esvaindo. Não tenho idéia de quando vou morrer; a hora da morte é completamente incerta. Muitos jovens morrem antes de seus pais; alguns morrem na hora em que nascem- não há certezas neste mundo. Além disso, são muitas as causas de morte prematura. A vida de várias pessoas fortes e saudáveis é destruida em acidentes. Não tenho nenhuma garantia de que não morrerei hoje."
GESHE KELSANG GYATSO
GESHE KELSANG GYATSO
terça-feira, 29 de maio de 2012
" A dor é uma ferida que precisa de atenção para ser curada. Atravessá-la e superá-la significa encarar nossos sentimentos honesta e abertamente, expressando-os e liberando-os por completo, tolerando-os e aceitando-os por quanto tempo for preciso, até que a ferida se cure. Temos medo de que a dor nos derrube se tomarmos conhecimento dela. A verdade é que a dor, quando nos permitimos experienciá-la, se dissolve, passa. A dor não expressa é dor que dura indefinidamente. "
JUDY TATELBAUM
JUDY TATELBAUM
quinta-feira, 24 de maio de 2012
O FOGO QUE DERRETE O VÉU
Atenta para as sutilezas
que não se dão em palavras.
Compreende o que não se deixa
capturar pelo entendimento.
Dentro do coração empedernido do homem
arde o fogo que derrete o véu de cima abaixo.
Desfeito o véu,
o coração descobre as histórias do Hidr
e todo o saber que vem de nós.
A antiga história de amor
entre a alma e o coração
regressa sempre
em vestes renovadas.
Ao recitares " sol "
contempla o sol.
Sempre que recitares " não sou ",
contempla a fonte do que és.
RUMI
que não se dão em palavras.
Compreende o que não se deixa
capturar pelo entendimento.
Dentro do coração empedernido do homem
arde o fogo que derrete o véu de cima abaixo.
Desfeito o véu,
o coração descobre as histórias do Hidr
e todo o saber que vem de nós.
A antiga história de amor
entre a alma e o coração
regressa sempre
em vestes renovadas.
Ao recitares " sol "
contempla o sol.
Sempre que recitares " não sou ",
contempla a fonte do que és.
RUMI
sábado, 19 de maio de 2012
DEUS É ABUNDÂNCIA
Abundância de flores.
Abundância de animais.
Abundância de peixes.
Abundância de árvores.
Abundância de estrelas.
Abundância de planetas.
Abundância de sol.
Abundância de lua.
abundância de rios.
Abundância de mar.
Abundância de sorriso.
Abundância de amor.
ABUNDÂNCIA DE AMOR...
G.L.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Exercitando a convivência
A experência de conviver em grupo, seja ele formado para
atuar em determinado período ou para fins diversos, é uma experiência desafiadora.
Se tivermos paciência, ela poderá se tornar transformadora.
Quem já não participou de uma
pequena palestra, onde alguém a toda hora interrompe o orador com
perguntas inconvenientes ou concorre com o palestrante fazendo questionamentos
sempre óbvios e contrários? Ou tecem
comentários sobre outro assunto, que não
faz parte do tema proposto? São os
conhecidos “chatos”, que não esperam o palestrante completar o raciocínio... e
tem a necessidade de sobressair... não importa a forma.
Pois é, em todos os
grupos eles aparecem. E não são só eles, a lista é grande : os intransigentes,
os debochados, os desfocados, os
desagregadores....enfim!...
E do ponto de vista de
outra pessoa, até a nossa pergunta mais interessante pode parecer infundada.
A convivência torna-se difícil, principalmente quando os componentes deste grupo, esquecem a
verdadeira motivação que os levou a se
unir .
São os problemas de
personalidade que todos temos.
Às vezes, “o ego inflado”,
as distorções, as ilusões, a
incapacidade, a imaturidade, interferem de tal forma que a convivência torna-se
impossível.
O que poderia florescer, acaba, por inabilidade de
interação.
E por isso encontramos tantas pessoas resistentes a
desenvolver qualquer trabalho em grupo.
Porque o grupo nos faz abrir mão de nossa opinião, é difícil adotar
uma postura de impessoalidade.
É a “minha” opinião, o “meu” ponto de vista!
Quando me disponho a participar de um tipo de trabalho assim,
com “diversas personalidades”, me lembro de adotar a “mente do principiante”,
mente aberta, me despir de todos os preconceitos e pré-julgamentos, tentar
colocar outro olhar, ver além do que se apresenta, deixar acontecer.
No momento em que o grupo consegue vencer a primeira
barreira, ou seja, todos tem
consciência do objetivo que os reuniu,
e deixam o ego em casa, inicia-se um processo
de compreensão e neste ponto temos o
verdadeiro sentimento que une o grupo.
É inquestionável que a convivência nos fazer exercitar a
compreensão, a impessoalidade, a paciência, a tolerância, a afetividade, a
partilha ... Sentimentos que tornam possível a existência do grupo e nos dá a
consciência que somos um fraco
reflexo uns dos outros...aprendemos com
as diferenças...
As opiniões contrárias nos levam a outra perspectiva, nos fazem
ver outras dimensões de um mesmo assunto.
Ao final, todo aquele esforço inicial é válido, porque
crescemos, e a convivência no grupo se
torna algo prazeroso.
Cria elos de afetividade e carinho que nutrem nossa alma e
nos tornam amáveis e amados.
Esta convivência é um curso intensivo que permite ser mais
flexível nos relacionarmos do dia a dia.
Na verdade serve de sustentação para nossa vida e bálsamo
para nosso coração.
A. M.
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